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A Alta Rotatividade de Terapeutas e o Impacto na Intervenção Precoce no TEA

A intervenção precoce é um dos pilares fundamentais no cuidado a crianças com Transtorno do Espectro Autista (TEA). Diversas pesquisas demonstram que iniciar terapias nos primeiros anos de vida está associado a melhores resultados em linguagem, cognição e habilidades sociais. No entanto, um obstáculo significativo que afeta diretamente a eficácia dessas intervenções é a alta rotatividade de terapeutas nas clínicas e instituições de saúde suplementar. A continuidade do cuidado como fator terapêutico Quando há troca constante de profissionais, perde-se o vínculo estabelecido com a criança, a coerência nos objetivos terapêuticos e a evolução do plano de tratamento. Para crianças com TEA, que muitas vezes têm dificuldades em lidar com mudanças, isso pode representar retrocessos significativos no progresso já alcançado. Fatores que explicam a rotatividade Caminhos possíveis Operadoras de saúde e gestores clínicos

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O Papel do Gestor da Saúde Suplementar no Fomento a Práticas Baseadas em Evidência no TEA

O crescimento no número de diagnósticos de Transtorno do Espectro Autista (TEA) nos últimos anos tem exigido respostas cada vez mais qualificadas das operadoras de saúde. Diante desse cenário, o gestor da saúde suplementar ocupa um papel estratégico não apenas na organização do cuidado, mas também no incentivo ao uso de práticas baseadas em evidência. Essa abordagem é essencial para garantir a efetividade das intervenções, a sustentabilidade dos serviços e a satisfação dos beneficiários. Por que práticas baseadas em evidência são fundamentais? Práticas baseadas em evidência (PBE) referem-se à integração entre a melhor pesquisa científica disponível, a experiência clínica dos profissionais e as preferências e características individuais dos pacientes. No contexto do TEA, isso significa adotar intervenções validadas por estudos rigorosos e evitar abordagens sem comprovação ou com baixo impacto no

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