
A Alta Rotatividade de Terapeutas e o Impacto na Intervenção Precoce no TEA
A intervenção precoce é um dos pilares fundamentais no cuidado a crianças com Transtorno do Espectro Autista (TEA). Diversas pesquisas demonstram que iniciar terapias nos primeiros anos de vida está associado a melhores resultados em linguagem, cognição e habilidades sociais. No entanto, um obstáculo significativo que afeta diretamente a eficácia dessas intervenções é a alta rotatividade de terapeutas nas clínicas e instituições de saúde suplementar. A continuidade do cuidado como fator terapêutico Quando há troca constante de profissionais, perde-se o vínculo estabelecido com a criança, a coerência nos objetivos terapêuticos e a evolução do plano de tratamento. Para crianças com TEA, que muitas vezes têm dificuldades em lidar com mudanças, isso pode representar retrocessos significativos no progresso já alcançado. Fatores que explicam a rotatividade Caminhos possíveis Operadoras de saúde e gestores clínicos